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quarta-feira, 1 de maio de 2013

MAIO FOTOGRAFIA NO MIS 2013



Em sua segunda edição, o mês dedicado à fotografia no MIS apresenta exposições individuais de artistas nacionais e internacionais que traçam um panorama diversificado da linguagem fotográfica dos séculos 20 e 21: Chico Albuquerque, Willy Ronnis, Joakim Eskildsen e Carlos Ebert.

Integra a programação do evento a inauguração da mostra Paquistão – Um País, Diversas Guerras, de Luiz Maximiano, um dos artistas selecionados pelo programa a Nova Fotografia 2013.

Ainda dentro do projeto, a instituição organizou, em parceria com o Estúdio Madalena, o II Encontro Pensamento e Reflexão na Fotografia, que ocorre entre 6 e 8 de junho. O evento conta com a união de pensadores da fotografia nacional e internacional para colocar em questão a reflexão sobre a criação fotográfica. 
Conheça as exposições:
PROGRAMAÇÃO DETALHADA
         06jun2013 - 08jun2013
         qui
         30abr2013 - 16jun2013
         ter
         30abr2013 - 16jun2013
         ter
         30abr2013 - 16jun2013
         ter
     » Willy Ronis
         30abr2013 - 16jun2013
         ter
         30abr2013 - 10jun2013
         ter
        
Exposição / Fotografia 

30abr a 16jun2013

1º e 2º piso: terças a sextas, das 12h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h

Piso térreo: terças a sextas, das 12h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h

Abertura: 29.04, 19h


Onde.: Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS -
End.:  Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo - SP, Brasil. CEP 01449-000.
Telefone: 55 11 2117 4777
Fonte.: MIS - MUSEU DA IMAGEM E DO SOM DE SAO PAULO 

COLECAO ITAU DE FOTOGRAFIA BRASILEIRA NO INSTITUTO TOMIE OHTAKE


MOSTRA NO INSTITUTO TOMIE OHTAKE INVESTIGA A RESSONANCIA DA FOTOGRAFIA MODERNISTA SOBRE A CONTEMPORANEA




A exposição organizada pelo Itaú Cultural e Instituto Tomie Ohtake mapeia os últimos 60 anos da produção fotográfica nacional de caráter experimental; apresentada em 2012 na Maison Européenne de la Photographie, em Paris, e no Paço Imperial do Rio de Janeiro chega renovada a São Paulo

Com curadoria de Eder Chiodetto, a exposição apresenta 90 obras fotográficas do acervo Banco Itaú, do final da década de 1940 até hoje, investigando ressonâncias da fotografia modernista experimental na fotografia contemporânea brasileira. 

NA COLEÇÃO ITAÚ

Iniciado há mais de 60 anos pelos fundadores do Banco Itaú, o acervo conta hoje com 12 mil obras, entre pinturas, gravuras, esculturas, fotografias, instalações e as peças das coleções Itaú Numismática e Brasiliana Itaú. Gerenciado pelo Itaú Cultural, cobre toda a história da arte brasileira, com peças referenciais de cada movimento e estilo. "A realização de mais esta mostra faz parte do esforço permanente do Grupo Itaú para que o grande público tenha acesso aos diferentes recortes de sua coleção", observa Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural. 
Em 2011, o Itaú Cultural realizou 14 exposições itinerantes vistas por mais de 320 mil visitantes: Coleção Brasiliana Itaú (em Fortaleza, Brasília e Curitiba), Fotografia Modernista (em Belém, Paraguai e Cidade do México), Brasiliana Fauna e Flora (no Chile, Argentina, Uruguai e Paraguai), O Egito Sob o Olhar de Napoleão (no Espaço Memória/SP), Arte Cibernética – Acervo de Arte e Tecnologia do Itaú Cultural (em Porto Alegre) e 1911-2011 Arte Brasileira e Depois, na Coleção Itaú (em Belo Horizonte e Rio de Janeiro). 
Seguindo na mesma linha, no ano passado o instituto realizou 15 itinerâncias, considerando somente as mostras de arte visuais fora de São Paulo: Coleção Itaú de Fotografia Brasileira (Paris e Rio de Janeiro), Brasiliana Fauna e Flora (Espaço Memória/SP), O Egito Sob o Olhar de Napoleão (Fortaleza e Brasília), 1911-2011 Arte Brasileira e Depois, na Coleção Itaú (Curitiba), Moderna para Sempre (Ribeirão Preto), Coleção Itaú Cultural de Vídeos e Filmes (Belo Horizonte), recortes da mostra dos trabalhos selecionados pelo Rumos Artes Visuais 2011/2013 (Goiânia, Belém, Joinville e Recife), Sob o Peso dos Meus Amores – Retrospectiva de Leonilson, em Porto Alegre, Arte Cibernética – Acervo de Arte e Tecnologia do Itaú Cultural (João Pessoa) e Ocupação Nelson Rodrigues (Recife).

Quando.:  DE 07 ABRIL A 
19 MAIO DE 2013

Onde.: INSTITUTO TOMIE OHTAKE
end.: Av. Faria Lima, 201 
entrada pela rua Coropes
Pinheiros  Sao Paulo
tel.: 11 2245 1900
Aberto de terca a domingo  das 11 as 20 horas 
Entrada Gratuita

Fonte.:  INSTITUTO TOMIE OHTAKE

domingo, 26 de agosto de 2012

A Sedução de Marilyn Monroe


A Sedução de Marilyn Monroe

O Museu é um espaço de reflexão cultural, ele também exemplifica o modus operandi de uma sociedade, o significado social de um povo e sua visão estética. Esses são fatores pelo quais um povo sedimenta seus princípios civilizatórios.A definição tipológica de um museu não o impossibilita nem pode ser entrave para as diversas discussões que essa própria sociedade representa e apresenta.
Os museus, portanto, são espaços abertos como palco onde a cultura material e imaterial de um povo possa estar viva e latente, revivendo fatos e acontecimentos recentes ou passados da nossa memória e da nossa história.
A globalização nos absolveu do complexo de culpa, de poder olhar o mundo como coisa nossa, sendo assim a exposição sobre os cinquenta anos da morte da atriz norte-americana Marilyn Monroe e o drama de sua vida pertencem a todos como grande fenômeno pop do inconsciente coletivo nos quatro cantos do mundo.
Isso responde a todos aqueles que acham estranho essa exposição do Museu Afro Brasil.
Não quero pensar numa ponta de racismo em limitar os conteúdos das exposições aqui realizadas, elas são elucidativas para enriquecer as expressões de muitos povos como africanos, europeus, americanos, brasileiros, enfim, interessados na memória, na vida, na arte, na história em volta de nós.
Poucas, e muito poucas atrizes de todos os tempos, são lembradas e relembradas a cada década, como se estivessem vivas e atuando; sua vida e sua história são, portanto, assuntos para eternizá-las como musas de um tempo da beleza e de suas sedutoras personalidades.
Mas como explicar o sucesso através dos tempos dessa grande provocadora, sensual, linda e deslumbrantemente mulher, na vida e nas telas dos cinemas?
Ela saiu muito cedo da vida com alta dosagem dos barbitúricos que costumava usar para dormir com seus pesadelos, seu passado de menina criada à toa, abusada ainda na infância e na adolescência, tendo que inventar seu espaço no competitivo mundo das celebridades e dos estúdios na cidade do cinema. Esse burburinho de brilhos e luzes, refletores do mundo de pura fantasia, lugar ideal para acalentar todas as angústias do próprio existir como estrela entre todas de seu tempo. Mas que papeis caberia a um talento atormentado pelas dores do mundo, beleza sensual transpirando sexo aos olhos desejosos de muitos?
Ela muitas vezes deixa aparecer uma ponta da menina rebelde, apesar da sua robustez de mulher, sua sensualidade e suas atitudes desejosas de esquecer o que lhe parecia um eterno frenesi de corpo e de alma.
Livros, muitos livros, sérios e outros não tão sérios assim, revistas as mais prestigiosas do mundo, como Vanity Fair, Vogue, Paris Macht, Life; jornais e folhetins sérios e outros acostumados a escândalos sobre as estrelas de Hollywood, assim como jornalistas, escritores, contistas, poetas, romancistas, que se ocuparam avidamente em escrever, como fez o escritor Norman Mailer numa das mais famosas biografias da atriz, trataram da sua vida, da sua personalidade, sobre as suas discutidas interpretações em seus filmes.
Ela também foi um fenômeno fotográfico, seu belo corpo e a consciência do seu sexy appeal faziam a cabeça da maioria silenciosa americana.
Sua morte doeu na consciência da América e de seus perseguidores, diretores e agentes, implacáveis com suas inconstâncias e atrasos nos sets de filmagens. Por outro lado, ela tinha suas queixas do baixo salário de seus contratos em relação a outras atrizes.
Ela dizia ter medo de interpretar, daí a tentativa de ingressar no Actors Studio em Nova York, famoso por ter formado importantes atores e atrizes. Contudo, ninguém foi como ela, como sua beleza e sua exuberância sexual, sua voz delicada e sua elegância.
E esse turbilhão de fotografias que inundam as muitas páginas de livros e revistas de famosos, de desconhecidos fotógrafos, como essas editadas recentemente no belíssimo livro da editora Taschen sobre o ensaio do fotógrafo Bert Stern, que a traz em seu esplendor de grande diva.
Mas não só através de fotógrafos a sua imagem correu o mundo, ela foi a inspiração para muitos pintores e escultores pelo mundo afora, foi o símbolo pop no retrato feito pelo pintor Andy Warhol e nesse tributo no Museu Afro Brasil sua imagem se associa à obra dos muitos artistas brasileiros: A. Silveira, Alex Hornest, Alex Orsetti, Andy Warhol, Antônio Miranda, Bert Stern, Caíto, Cesare Pergola, Claudio Tozzi, Dias Sardenberg, Dom Salas, Fernando Ribeiro, Futoshi Yoshizawa, Glaucia Amaral, Ivald Granato, Leonardo Kossoy, Maurício Nogueira Lima, Nelson Leirner, Newton Mesquita, Roberto Okinaka, Sandro Petrelli e Sidney Amaral. E dos artistas internacionais Maribel Domènech (Espanha) e José de Guimarães (Portugal).
Assim essa homenagem se realiza da forma mais brasileira e repleta de afetividade!
Emanoel Araujo
Diretor Curador

onde.: Museu Afro-Brsil
end  .: Av Pedro Alvarez Cabral, s/n Parque do Ibirapuera Portal 10 
Hor  .: de ter a dom das 10 a 17 h

Fonte.: Museu Afro-Brasil  -  http://www.museuafrobrasil.org.br